My brilliant mind to make jokes out of nowhere
Parte de um site de uma funerária:
Atentem à parte que está dentro do circulo (que por acaso se vê mal, mas eu ajudo). Diz: "Como chegar até nós".
Primeiro pensamento que tive e que por acaso me saiu logo pela boca fora: "Morrendo!"
Gargalhada geral, óbvio! E não, não tenho particular gosto pela necrologia, andava à procura de outra coisa e fui para ali, mas teve a sua piada.
Atentem à parte que está dentro do circulo (que por acaso se vê mal, mas eu ajudo). Diz: "Como chegar até nós".
Primeiro pensamento que tive e que por acaso me saiu logo pela boca fora: "Morrendo!"
Gargalhada geral, óbvio! E não, não tenho particular gosto pela necrologia, andava à procura de outra coisa e fui para ali, mas teve a sua piada.
Y-16
Constatar que já vivi mais anos sem eles do que eles...continua a doer.
Todos os anos tento que este dia passe depressinha. Todos os anos tento apagá-lo do calendário, da memória, da minha vida. Mas ele não desaparece. Faz parte dela e as cicatrizes não me deixam esquecer. Parece aliás que doem mais neste dia, principalmente as que não se vêem...
Todos os anos tento que este dia passe depressinha. Todos os anos tento apagá-lo do calendário, da memória, da minha vida. Mas ele não desaparece. Faz parte dela e as cicatrizes não me deixam esquecer. Parece aliás que doem mais neste dia, principalmente as que não se vêem...
Pergunta a que ninguém me responde Nº18
Porque é que a idiotice vira moda e é objecto de culto, principalmente no Youtube?
Depois do tal video do talparvo Hélio ou que raio é (coisa que eu nunca vi, mas ouvi falar exaustivamente), aparecem os vídeos de atrasados mentais gente a tourear carros!!
Tantas pessoas neste mundo a lutar diariamente pela vida e estas bestas a arriscá-la de maneira tão idiota!
Depois do tal video do tal
Tantas pessoas neste mundo a lutar diariamente pela vida e estas bestas a arriscá-la de maneira tão idiota!
Eu faço parte dos 24%
Mas se calhar já aprendia a equilibrar-me naquela coisa de duas rodas. Fazia-me tão bem ao físico...principalmente do meu rabo -.-'
Pergunta a que ninguém me responde Nº17
Onde é que foi o Verão, hum? De férias?????
Extremamente indignada com este tempo e com este vento estúpido, o qual me impede de me armar em menina e envergar um vestidinho todo catita. Damn it!
Extremamente indignada com este tempo e com este vento estúpido, o qual me impede de me armar em menina e envergar um vestidinho todo catita. Damn it!
Pergunta a que ninguém me responde Nº16
O Benfica está a formar uma equipa ou um exército??
É que todos os dias aparece mais um jogador na mira, dado como certo ou já de contrato assinado, nas capas dos jornais. E aquilo já vai em quê...50 jogadores??
[E afinal foram duas perguntas!]
É que todos os dias aparece mais um jogador na mira, dado como certo ou já de contrato assinado, nas capas dos jornais. E aquilo já vai em quê...50 jogadores??
[E afinal foram duas perguntas!]
O amor escrito por outros
"Amar, é ter medo. Todo o tempo. Freud, explica da seguinte forma : tornamo-nos dependentes porque precisamos que o outro nos devolva, diariamente, a existência. Daí o medo de o perder. O amor implica correr riscos. Ele suscita um fenómeno de vertigem, por vezes mesmo de rejeição: podemos deixar de amar porque temos medo, sabotar tudo em vez de nos entregarmos e de confiar totalmente, reduzir a importância desse amor ligando-nos a uma actividade onde tudo depende de nós. Tudo isso como forma de nos protegermos do poder exorbitante do outro sobre nós. Ou desse amor em nós.
(...)
O amor afecta o nosso ser, o nosso lugar no mundo. Poucas pessoas se dão conta disso. Encontram-se sós, e sentem-se bem nessa solidão, porque estão protegidos da pulsão da morte. Mas o amor não é um contrato de afectos: é um sentimento violento que representa perigo para ambos os lados. Um perigo que, para muitos, continua a valer a pena correr."
Daqui.
(...)
O amor afecta o nosso ser, o nosso lugar no mundo. Poucas pessoas se dão conta disso. Encontram-se sós, e sentem-se bem nessa solidão, porque estão protegidos da pulsão da morte. Mas o amor não é um contrato de afectos: é um sentimento violento que representa perigo para ambos os lados. Um perigo que, para muitos, continua a valer a pena correr."
Daqui.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
